LeoBaiano.com

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Textos Soltos

Nick Ellis pagando maior mico

Publicado em 18/12/2008 por Leo Baiano

Por culpa do Nick Ellis eu nunca mais vou conseguir ouvir a música Unbreak my Herat, Toni Braxton, sem dar risada.

Vejam o vídeo abaixo onde o Nick Ellis paga o maior mico de todos os tempos com um violão na e altamente desafinado. Trata-se da última prova do Desafio LG, Nick seria bem melhor se você tivesse dublado a música parceiro.

Boa sorte!

Tags: , ,

Meu mais novo vício

Publicado em 12/12/2008 por Leo Baiano

Fala mulecada, tudo na paz? Hoje vou falar para vocês sobre o meu mais novo vício (cerveja não é novidade nenhuma…) mas antes gostaria de contextualizar. Os amigos mais próximos sabem que estou temporariamente morando em Cajazeiras, para quem não é da Bahia explico, Cajazeiras é um bairro tão distante do centro, da praia, aeroporto e dos outros bairros, que chega a parecer um interior do estado.

Ir do trabalho para casa se tornou uma verdadeira viagem então sempre procuro algum tipo de distração para o ônibus, como não posso ler dentro de um veiculo em movimento, pois fico enjoado, comecei a me distrair jogando ou ouvindo musica. Foi então que me veio a grande idéia, vou baixar os podcast para o celular e ver se consigo ouvir dentro do ônibus.

Eu já havia tentado me aproximar do mundo dos podcasts só que não curti, achei que era algo que nunca daria certo. No BlogCampBA assisti uma oficina de PodCast proferida pelo parceiro Belote, com quem eu já tinha comentado minha frustração com os podcasts, afinal eu ouvia no PC e na frente da telinha já sabe que é praticamente impossível se concentrar. Minha viagem diária à Cajazeiras se tornou o cenário perfeito para dar mais uma oportunidade aos podcasts e gritar que não curto com a consciência limpa por ter tentado de todas as formas.

Mas não é que eu gostei desse tal de podcast?

Comecei pedindo sugestões pelo Twitter e o Eduardo Sales (satisfeito pelo L unico?) me respondeu com alguns… Bom, vou baixar uns 4 pois se não gostar de um nos primeiros 5 minutos mudo.

Logo de cara, NerdCast no ouvido e ainda no ponto comecei a gostar dessa porra. Os caras do Nerdcast são muito figuras, o episódio era o 36 - Teoria da Conspiração - Códigos, Experimentos e Polígonos e os caras viajaram tanto com Atlântida e o Código da Biblia que terminei chegando em casa sem nem perceber a viagem.

Depois do Nerdcast descobri o FileCast, o Depois das 11, Bola nas costas e Papo de Gordo.

PodCast é meu novo vício e espero ter um episódio novo a cada dia assim terei distração no caminho para casa, trabalho e etc… Para quem ainda não curti podcast, eu recomendo e os pods citados no post são tudo show, vale a pena ouvir.

Tags:

POG - Programação Orientada a Gambiarra

Publicado em 07/11/2008 por Leo Baiano

Quando me inscrevi no curso Técnico em Informática na FBE eu tinha conhecimento de que a qualidade não seria lá essas coisas, fiz parte da primeira turma e não esperava grandes nomes no corpo docente da instituição, porém sempre acreditei que com noções de programação e um pouco de raciocínio lógico seria possível executar verdadeiros milagres.

Entrei no curso, que tinha ênfase em programação, para aprender a lógica da programação e um pouco de algumas linguagens, depois eu ia “me virar” para aprofundar os conhecimentos nas linguagens prediletas e seguir meu caminho. Não me tornei especialista em nenhuma linguagem especifica porém possuo conhecimentos necessários para desenvolver aplicações em várias, sem conhecimento aprofundado não me restou opção senão aplicar a boa e velha Programação Orientada a Gambiarra - POG para os íntimos.

Existem infinitas formas para encontrar uma solução e quanto maior a experiência com a linguagem mais simples o código se torna, mas para alguém, como eu, sem conhecimentos apurados, não resta outra solução senão “se safar” de forma a tornar o sistema funcional. Não estou aqui para defender códigos sujos, mal estruturados e sem segurança porém não vou negar que prefiro ajeitar uma gambiarra com cerca de 100 linhas a mais que um código profissional que retornar o projeto sem concluir.

Outro dia meti as caras para desenvolver um plugin, sem entrar em muitos detalhes, o Jonny conseguiu hackear pois, o plugin funcionava perfeitamente porém existiam falhas na segurança pois um programador POG dificilmente pensa nessas coisas, o que vale é fazer funcionar e deixar o usuário feliz, nem que seja por alguns instantes.

Um dos grandes problemas de quem utiliza de POG é vicio, você termina sem procurar se aperfeiçoar na linguagem e continua “dando o jeitinho brasileiro” em todos os códigos, tarefas que poderiam ser resolvidas de forma simples, sem sujar o código ou correr riscos de bugs se tornam verdadeiras bombas relógios nas mãos de um viciado em gambiarras. Hoje eu precisava fazer a contagem do tamanho de camisas dos inscritos no BlogCampBA e encontrei o problema: vamos presentear apenas os 100 primeiros que se inscreveram, então eu não poderia contar toda a tabela de inscritos para saber quantas camisas de cada tamanho deveriam ser feitas.

Lá vai eu encontrar a solução, em primeiro lugar usei o LIMIT para que a consulta me retornasse apenas os 100 primeiros registros da tabela. Depois usei uma sequência de IF’s dentro do laço onde trago os registros e com uma variável para cada tamanho, contando cada vez que o campo camisa batesse com a variável, consegui chegar a uma solução sem problemas visiveis.

Você também costuma resolver problemas na base da gambiarra?

Tags: , ,

Encontro de Blogueiros Baianos - Macarronada na casa do Roberto

Publicado em 22/09/2008 por Leo Baiano

No sábado aconteceu, na casa do Roberto, a Macarronada Blogs Bahia (inventei o nome agora…rs). Resolvemos nos encontrar para degustar de uma deliciosa macarronada, preparada pelo Eduardo Sales, e bater aquele velho papo.

Cheguei com o Belote, que passou lá em casa e me deu uma carona (obrigado!), e o Roberto estava sozinho em casa pois Eduardo tinha saído com a Dani para comprar os ingredientes para o almoço. Fomos recebidos pelo Roberto com a câmera em nossas caras gravando a chegada.

Estiveram presentes no almoço, Eu, Roberto, Dani, Eduardo e Tiago, o Hilder apareceu no finalzinho da tarde e a Gabriela chegou depois que eu tinha ido embora, esses dois últimos não tiveram o prazer de provar da macarronada, que estava uma delicia, diga-se de passagem, mas certamente desfrutaram de boa companhia e papo, como acontece sempre nos encontros de blogueiros baianos.

Perguntas indiscretas

A Dani pegou a câmera e disse que faria algumas perguntas pra gente para depois publicar um texto com suas conclusões, tudo normal até então, todo mundo topou e vejam o nível das perguntas que a Dani fez:

1 - Você permitiria tua mãe namorar com um amigo seu?

NÃO… mais uma vez, NÃO. Se ele é meu amigo não vai se interessar por minha mãezinha e caso se interesse vai deixar de ser meu amigo.

2 - Como você se sentiria se tua ex-namorada comessar a namorar um amigo seu?

Bom, o Roberto deve ter ficado se perguntando o motivo da pergunta da Dani… Eu não sei como me sentiria mas jamais me interessaria pela ex de um amigo se soubesse que ela representou muito para ele.

Dedada Grupal

Não ficou muito claro para a Dani o que foi a dedada grupal e isso gerou algumas risadas e insinuações, por isso vamos esclarecer as coisas. Belote colocou a gente ao vivo na net e divulgamos o canal pelo twitter, algumas pessoas ficaram acompanhando nosso papo e o Yuri (é cara a gente sabe que foi você pode adimitir…rsrsrs) apareceu para sacanear, então o grupo em conjunto largou o famoso dedão para o Yuri. Isso foi a dedada grupal, o grupo mandando dedo para o Yuri (ou seja lá quem era o cara sacaneando a gente) e nada mais.

É bom ficar claro que nenhum de nós tem tendências homossexuais e mesmo bebendo não rolou nenhuma seção dedada. A dedada grupal fomos nós, em conjunto, dedando alguém que estava nos sacaneando.

Foi bom rever todo mundo, bater um bom papo, beber e comer uma delicia de macarronada, espero que em breve a gente possa se reunir outra vez.

Tags: ,

Saber viver sem ser reconhecido é uma arte

Publicado em 30/07/2008 por Leo Baiano

O cavalo e o porco

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário. “Bem seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.”

Neste momento o porco escutou toda a conversa.

No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse: Força amigo. Levanta daí, senão você será sacrificado.

No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse: Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer. Vamos lá… eu te ajudo a levantar. Upa. Um, dois, três…

No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse: Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.

Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
“Cara, é agora ou nunca, levanta logo. Coragem. Isso, devagar. Ótimo, vamos, um, dois, três, legal. Corre, corre mais. Você venceu campeão!”

Então de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou: “Milagre. O cavalo melhorou. Isso merece uma festa. VAMOS MATAR O PORCO

Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho. Ninguém PERCEBE QUEM É O FUNCIONÁRIO QUE TEM O MÉRITO PELO SUCESSO.

“Saber viver sem ser reconhecido é uma arte”.

Tags:

Últimos Comentários


Yoomp

Xemele © 2008 utiliza WordPress como seu gerenciador de conteúdos.
Template design by Xemele