POG – Programação Orientada a Gambiarra
Quando me inscrevi no curso Técnico em Informática na FBE eu tinha conhecimento de que a qualidade não seria lá essas coisas, fiz parte da primeira turma e não esperava grandes nomes no corpo docente da instituição, porém sempre acreditei que com noções de programação e um pouco de raciocínio lógico seria possível executar verdadeiros milagres.
Entrei no curso, que tinha ênfase em programação, para aprender a lógica da programação e um pouco de algumas linguagens, depois eu ia “me virar” para aprofundar os conhecimentos nas linguagens prediletas e seguir meu caminho. Não me tornei especialista em nenhuma linguagem especifica porém possuo conhecimentos necessários para desenvolver aplicações em várias, sem conhecimento aprofundado não me restou opção senão aplicar a boa e velha Programação Orientada a Gambiarra – POG para os íntimos.
Existem infinitas formas para encontrar uma solução e quanto maior a experiência com a linguagem mais simples o código se torna, mas para alguém, como eu, sem conhecimentos apurados, não resta outra solução senão “se safar” de forma a tornar o sistema funcional. Não estou aqui para defender códigos sujos, mal estruturados e sem segurança porém não vou negar que prefiro ajeitar uma gambiarra com cerca de 100 linhas a mais que um código profissional que retornar o projeto sem concluir.
Outro dia meti as caras para desenvolver um plugin, sem entrar em muitos detalhes, o Jonny conseguiu hackear pois, o plugin funcionava perfeitamente porém existiam falhas na segurança pois um programador POG dificilmente pensa nessas coisas, o que vale é fazer funcionar e deixar o usuário feliz, nem que seja por alguns instantes.
Um dos grandes problemas de quem utiliza de POG é vicio, você termina sem procurar se aperfeiçoar na linguagem e continua “dando o jeitinho brasileiro” em todos os códigos, tarefas que poderiam ser resolvidas de forma simples, sem sujar o código ou correr riscos de bugs se tornam verdadeiras bombas relógios nas mãos de um viciado em gambiarras. Hoje eu precisava fazer a contagem do tamanho de camisas dos inscritos no BlogCampBA e encontrei o problema: vamos presentear apenas os 100 primeiros que se inscreveram, então eu não poderia contar toda a tabela de inscritos para saber quantas camisas de cada tamanho deveriam ser feitas.
Lá vai eu encontrar a solução, em primeiro lugar usei o LIMIT para que a consulta me retornasse apenas os 100 primeiros registros da tabela. Depois usei uma sequência de IF’s dentro do laço onde trago os registros e com uma variável para cada tamanho, contando cada vez que o campo camisa batesse com a variável, consegui chegar a uma solução sem problemas visiveis.
Você também costuma resolver problemas na base da gambiarra?
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Comentários
Eu também, o mundo seria muito melhor se todos tivessem o conhecimento necessário para resolver problemas nas aplicações sem gambiarra…
Olá, Leo,
Tudo bem?
Quem te escreve é Adriana Patrocínio, repórter do jornal A Tarde. Gostaria de saber mais informações sobre o BlogCampBa, para divulgarmos o evento. Preciso do seu telefone. Pode me passar por e-mail, por favor?
Um abraço










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